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quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

2008 de novidades

Em 2008, os celulares 3G estão cotados como uma das tecnologias que terão maior destaque. Isto se deve ao fato de que a internet no celular já é realidade em alguns países pelo mundo e o Brasil está começando agora. O leilão das bandas pelo Brasil está sendo um sucesso e o faturamento bem acima do esperado pela Anatel. O que implica que as operadoras estão realmente dispostas a investir na área.
Em entrevista ao JC, João Cox, presidente da Claro, afirma que a evolução do celular no mundo caminha na direção da 3G. Para ele, existe um público potencial enorme (33 milhões de pessoas) aptas para contratar essa tecnologia. De acordo com o IDG Now, a terceira geração da telefonia celular já está disponível nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Recife e Fortaleza e estará disponível nas principais cidades do Brasil ainda no 1º semestre de 2008.
A TV Digital também vai chegar ao celular. A concorrência vai aumentar, a Oi e a Vivo estão expandindo território. Até o fim do ano estará sendo implantado o sistema que permitirá trocar de operadoras sem trocar de número, facilitando ainda mais o troca-troca de operadoras. Portanto, preparem-se para trocar de celular em 2008 e quem sabe de operadora!

domingo, 16 de dezembro de 2007

Experiência de m-learning

Adaptado do jc.com.br

Além de serem mp3 players, máquinas fotográficas e telefones, os aparelhos celulares ganharam mais uma utilização: eles podem ser o meio para que alunos assistam a aulas de graduação. Pelo menos, é o que está fazendo o professor Emanuel leite, que implementou a novidade em suas disciplinas na Escola Politécnica de Pernambuco (Poli), da UPE, e da Universidade Católica de Pernambuco. Ele grava os vídeos à parte e ensina os alunos a transferi-los para os celulares, para, assim, vê-los quando e onde quiserem.

A novidade funciona da seguinte forma: o professor Leite, com apoio de um amigo que possui uma produtora de vídeos, filma suas aulas em produções que possuem entre cinco e sete minutos. Depois, ele posta o filme no site YouTube, como qualquer outro. Mas ele ensina seus alunos a salvarem as aulas nos computadores e, depois, transferi-las para os celulares. “Os vídeos foram uma forma que encontrei para manter o interesse dos alunos nas aulas, o que é muito difícil hoje em dia. E está dando certo”, explicou o professor.

Já foram produzidos dez pequenos filmes, que foram usados neste semestre, nas disciplinas formação de empreendedores e empreendedorismo. “Esse foi o primeiro período em que usei esse meio. No próximo semestre, quero usar mais aulas em vídeos, porque eles estão sendo muito bem recebidos”, conta Leite. A iniciativa está recebendo apoio das universidades, tanto que estão em andamento estudos para viabilizar uma maneira de dar uma porcentagem maior das aulas via celular, de acordo com o que prevê a legislação de ensino a distância.

Como nem todos os estudantes possuem aparelhos com a possibilidade de exibição de vídeos, o professor mantém as produções no site YouTube, onde o acesso fica mais fácil. De acordo com Leite, seus filmes já contam com mais de três mil exibições, tanto por alunos das universidades onde trabalha, como de outras instituições. Para encontrar os vídeos no YouTube, deve-se digitar Emanuel Leite + empreendedorismo.

De acordo com o professor, a idéia para aulas via celular surgiu a partir de uma matéria de jornal. “Vi que havia possibilidade de postar filmes na internet. As pessoas me ajudaram e consegui postar os filmes pela primeira vez”, conta Leite.

Amigo do professor Otto Farias, que já fez aulas de graduação pela plataforma virtual Second Life, Emanuel acredita que a tecnologia abre muitas janelas para o ensino. “Sem dúvida, são formas que agradam o aluno, porque ele faz o uso que achar melhor dos vídeos, por exemplo. E o resultado esperado pelo professor também é atingido.”

Experiências parecidas já são realizadas em outros países. No Japão, por exemplo, algumas aulas promovidas por universidades com ensino a distância já são transmitidas para celular.

Porém, no caso do país oriental, as aulas são transmitidas diretamente para o aparelho, através da rede 3G, que está chegando ao Brasil agora. É uma tendência que ainda vai crescer bastante.

Fonte: www.jc.com.br

País deve fechar o ano com 120 milhões de celulares

Publicado em 29.11.2007, às 20h49

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, disse que o setor de telefonia móvel no Brasil deverá encerrar este ano com cerca de 120 milhões de celulares. "Tivemos 114 milhões de celulares no mês passado e se considerarmos que os dois últimos meses são fortes em venda, o resultado final do ano deve ser muito próximo a 120 milhões", afirmou.


Sardenberg informou que a Anatel deve concluir em três meses o projeto de reorganização da agência. "É mais que reestruturação. Não estamos pensando em mexer só no organograma, estamos pensando em ir um pouco além, dar ênfase a certas questões fundamentais, como capacitação e recapacitação (do quadro de pessoal)", afirmou.


Segundo ele, a tecnologia está avançando muito rápido e a agência precisa acompanhar esta evolução. "Tudo que pensávamos há 10 anos está superado, no caso das telecomunicações muito mais", afirmou. Além disso, de acordo com ele, o número de usuários dos serviços tem aumentado muito.


Ele citou o exemplo da telefonia celular. "Pensava-se, em 2000, que neste ano o Brasil teria 58 milhões de celulares e chegará muito próximo a 120 milhões." Sardenberg participou hoje do lançamento, pela Claro, de serviços de terceira geração (3G) da telefonia celular.


Fonte: Agência Estado

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Características e tendências do mercado de M-Learning no Brasil

As exigências por métodos e ferramentas que acelerem o processo de aprendizado é cada vez mais constante na sociedade da informação. É quase uma imposição da globalização estar on-line com as constantes mudanças e novidades que aparecem, além da necessidade de interação cada vez maior. É notória também a exclusão daqueles que não conseguem acompanhar toda essa tempestade de aprendizado.
Acompanhando essas demandas de processos educacionais mais eficazes, as tecnologias que os respaldam não param de evoluir. Infra-estruturas de hardware, software e redes estão permitindo desenvolver aplicações computacionais robustas e efetivas do ponto de vista educacional.
Nas décadas de 70 e 80 surge o conceito de e-learning para revolucionar o paradigma de educação a distância, crescendo com a popularização dos computadores pessoais por volta da década de 90 . São ínumeros os benefícios utilizados e validados em diversos métodos de ensino em diversas organizacões. Mais recentemente este conceito está sendo extendido para novas tecnologias que acompanham o conceito de mobilidade, sendo conhecido como m-learning.
Um ponto a se destacar é que as aplicações de m-learning não se limitam a uma “miniaturização” do e-learning, onde requisitos são adaptados em telas menores, de acordo com suas limitações tecnológicas. O m-learning vem, de fato, para complementar a educação através da mobilidade proporcionando aos usuários do mesmo novas formas de colaboração e percepção no ambiente educacional .
Atualmente existe uma tendência de desenvolvimento de aplicações móveis em diversos segmentos. Este crescimento se deve por diversos motivos. Além do já referido desenvolvimento contínuo dos recursos tecnológicos, está também aumentando consideravelmente a acessibilidade dos dispositivos móveis e dos serviços por eles oferecidos à população brasileira. Segundo a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) a quantidade de telefones móveis é maior do que linhas fixas e diariamente cresce o número de downloads por celular. Vale salientar também o considerável aumento dos espaços wireless em locais públicos, o que fomenta o crescimento de aplicações portáveis.
Maiores demandas por informação, evolução tecnológica constante, aumento na acessibilidade de computadores móveis e serviços correlatos, e crescentes investimentos públicos e privados em ambientes de rede sem fio apontam tendências auspiciosas para a formação de um mercado de m-learning representativo na economia e nas diretrizes educacionais no Brasil.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Mobile em números

Você já pensou em sair de casa sem o seu celular?
Qual o impacto dessa ação?
Hoje, cada vez mais, a sociedade tem se tornado dependente do conhecimento, interconectando-se digitalmente em escala mundial e permanecendo sempre disponível através de dispositivos móveis.
Num mundo onde:
Em 2008, mais usuários acessarão a Internet por celulares de que por PCs;
Em 2005, 59% dos usuários já acessam a Web via celulares dos quais 25% utilizam o celular como método primário ou único;
Foram vendidos mais celulares conectados à Internet do que todos os PCs existentes no planeta;
2,4 Bilhões de celulares conectados à Internet (contra 816 Milhões de PCs);
As vendas de celulares crescem 42% ao ano contra 22% de PCs, muito em breve teremos praticamente um celular por habitante;

No Brasil onde:
95 milhões de celulares, isso significa +50% de PENETRAÇÃO;
40 milhões de usuários de SMS;
50% não possui PC! (5 milhões de usuários = inclusão digital pelo celular)
Celulares vendidos por R$200 em 10x já acessam a Internet!
Dependendo do plano adquirido com as operadoras, esse mesmo celular pode custar apenas R$1,00.
A inclusão digital já está acontecendo... só que pelos celulares!
Você quer ficar fora dessa realidade?
Veja se não esqueceu o celular...

Fontes:
Ipsos Research, Gartner, IDC, Tomi T Ahonen, Informa T&M
Anatel, Operadoras, Fabricantes, Ipsos Research, Ibope Netratings (Out/06)
Ipsos Research (Set/2005)
Pyramid Research.
Ipsos Research – Nível Mundial (2006)
*números estimatidos pelos fabricantes (Maio/2006)
M:Metrics USA (Set/2005)
Operadoras e Fabricantes (Jul/2006)
www.hands.com.br