segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Fortalecimento da equipe
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Tony Karrer critica adoção do m-learning
OLPC perde apoio

sábado, 5 de janeiro de 2008
Além do podcasting...

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Uma visão sobre os estudantes de hoje
Esse interessante video disponivel no YouTube mostra um panorama sobre realidade de 200 estudantes norte-americanos que participaram de ma pesquisa realizada nos EUA. Entre diversos tópicos abordados, o video demonstra como tecnologias como a internet, celulares e a tv estão influenciando a vida dos alunos.
Alguns dados são interessantes para que possamos refletir sobre o real engajamento do aluno dentro do processo de aprendizagem:
- A leitura média de livros é de oito por ano, enquanto os alunos "surfam" por aproximadamente 2300 web-sites e 1281 profiles do Facebook (site de relacionamento análogo ao Orkut, bastante popular na América do Norte)
- São escritas, em média, 42 páginas para as aulas por semestre. Número bastante inferior aos mais de 500 e-mails que são produzidos pelos mesmos estudantes.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
2008 de novidades
Em entrevista ao JC, João Cox, presidente da Claro, afirma que a evolução do celular no mundo caminha na direção da 3G. Para ele, existe um público potencial enorme (33 milhões de pessoas) aptas para contratar essa tecnologia. De acordo com o IDG Now, a terceira geração da telefonia celular já está disponível nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Recife e Fortaleza e estará disponível nas principais cidades do Brasil ainda no 1º semestre de 2008.
A TV Digital também vai chegar ao celular. A concorrência vai aumentar, a Oi e a Vivo estão expandindo território. Até o fim do ano estará sendo implantado o sistema que permitirá trocar de operadoras sem trocar de número, facilitando ainda mais o troca-troca de operadoras. Portanto, preparem-se para trocar de celular em 2008 e quem sabe de operadora!
2008: blog novo
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Android perto das prateleiras
O site engadgetmobile.com divulgou essa semana imagens de um protótipo funcional onde pode ser visto o sistema operacional da Google em ação. O projeto está sendo desenvolvido pela Willcom, uma das maiores empresas japonesas especializadas em telefonia celular.
O mundo do desenvolvimento de softwares para celular já está bastante agitado, devido ao desafio promovido pelo Google. Agora a proximidade de ver os softwares rodando em um dispositivo real, irá dar mais um impulso para quem está produzindo para a plataforma Android.
domingo, 16 de dezembro de 2007
Experiência de m-learning
Adaptado do jc.com.br
Além de serem mp3 players, máquinas fotográficas e telefones, os aparelhos celulares ganharam mais uma utilização: eles podem ser o meio para que alunos assistam a aulas de graduação. Pelo menos, é o que está fazendo o professor Emanuel leite, que implementou a novidade em suas disciplinas na Escola Politécnica de Pernambuco (Poli), da UPE, e da Universidade Católica de Pernambuco. Ele grava os vídeos à parte e ensina os alunos a transferi-los para os celulares, para, assim, vê-los quando e onde quiserem.
A novidade funciona da seguinte forma: o professor Leite, com apoio de um amigo que possui uma produtora de vídeos, filma suas aulas em produções que possuem entre cinco e sete minutos. Depois, ele posta o filme no site YouTube, como qualquer outro. Mas ele ensina seus alunos a salvarem as aulas nos computadores e, depois, transferi-las para os celulares. “Os vídeos foram uma forma que encontrei para manter o interesse dos alunos nas aulas, o que é muito difícil hoje em dia. E está dando certo”, explicou o professor.
Já foram produzidos dez pequenos filmes, que foram usados neste semestre, nas disciplinas formação de empreendedores e empreendedorismo. “Esse foi o primeiro período em que usei esse meio. No próximo semestre, quero usar mais aulas em vídeos, porque eles estão sendo muito bem recebidos”, conta Leite. A iniciativa está recebendo apoio das universidades, tanto que estão em andamento estudos para viabilizar uma maneira de dar uma porcentagem maior das aulas via celular, de acordo com o que prevê a legislação de ensino a distância.
Como nem todos os estudantes possuem aparelhos com a possibilidade de exibição de vídeos, o professor mantém as produções no site YouTube, onde o acesso fica mais fácil. De acordo com Leite, seus filmes já contam com mais de três mil exibições, tanto por alunos das universidades onde trabalha, como de outras instituições. Para encontrar os vídeos no YouTube, deve-se digitar Emanuel Leite + empreendedorismo.
De acordo com o professor, a idéia para aulas via celular surgiu a partir de uma matéria de jornal. “Vi que havia possibilidade de postar filmes na internet. As pessoas me ajudaram e consegui postar os filmes pela primeira vez”, conta Leite.
Amigo do professor Otto Farias, que já fez aulas de graduação pela plataforma virtual Second Life, Emanuel acredita que a tecnologia abre muitas janelas para o ensino. “Sem dúvida, são formas que agradam o aluno, porque ele faz o uso que achar melhor dos vídeos, por exemplo. E o resultado esperado pelo professor também é atingido.”
Experiências parecidas já são realizadas em outros países. No Japão, por exemplo, algumas aulas promovidas por universidades com ensino a distância já são transmitidas para celular.
Porém, no caso do país oriental, as aulas são transmitidas diretamente para o aparelho, através da rede 3G, que está chegando ao Brasil agora. É uma tendência que ainda vai crescer bastante.
Fonte: www.jc.com.br
Restrições limitadas: Internet na palma da mão
Oportunidades m-learning: Terceira geração de telefonia móvel (3G) transforma celular em computador.
Desde o fim do mês passado, a terceira geração da telefonia móvel, mais conhecida como 3G, já está operando no País. Por enquanto, o serviço é oferecido apenas pela operadora Claro. O grande benefício da tecnologia é permitir conexão com a internet de forma rápida, simples, de qualquer lugar e a qualquer momento (anywhere, anytime). Tudo pelo celular. Agora é possível enviar e receber e-mails, assistir a vídeos no YouTube, fazer downloads de músicas e jogos, além de estudar. Não que isso não era possível anteriormente. A diferença é que agora temos na velocidade do tráfego de dados e na facilidade do uso dos aparelhos, muito mais avançados que seus antecessores, os celulares da geração 2,5, que se conectam pela rede GSM. A conexão 3G chega a ser 15 vezes mais rápida que a GSM, atingindo facilmente 1 Mbps. Já os aparelhos, de última geração, têm recursos multimídia e muitos deles fazem parte da categoria smartphone, com telas maiores e teclados completos.
Por enquanto o inconveniente presente no uso da tecnologia está no fato que ainda não existem muitos usuários para uso dos serviços compartilhados, como uma vídeochamada ou chats mais sofisticados.
Além de permitir acessar a internet pelo celular, a rede 3G pode fornecer conexão sem fios para outros aparelhos, como PDAs, notebooks e até desktops. Modems de acesso 3G podem ser adquiridos junto às operadoras que oferecem o serviço.
Mais oportunidades para as empresas que desenvolvem conteúdo mobile, e em especial serviços de m-learning. O grande problema da velocidade de transferência de dados e os custos associados a isso estão se tornando cada vez menos um empecilho.
País deve fechar o ano com 120 milhões de celulares
O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, disse que o setor de telefonia móvel no Brasil deverá encerrar este ano com cerca de 120 milhões de celulares. "Tivemos 114 milhões de celulares no mês passado e se considerarmos que os dois últimos meses são fortes em venda, o resultado final do ano deve ser muito próximo a 120 milhões", afirmou.
Sardenberg informou que a Anatel deve concluir em três meses o projeto de reorganização da agência. "É mais que reestruturação. Não estamos pensando em mexer só no organograma, estamos pensando em ir um pouco além, dar ênfase a certas questões fundamentais, como capacitação e recapacitação (do quadro de pessoal)", afirmou.
Segundo ele, a tecnologia está avançando muito rápido e a agência precisa acompanhar esta evolução. "Tudo que pensávamos há 10 anos está superado, no caso das telecomunicações muito mais", afirmou. Além disso, de acordo com ele, o número de usuários dos serviços tem aumentado muito.
Ele citou o exemplo da telefonia celular. "Pensava-se, em 2000, que neste ano o Brasil teria 58 milhões de celulares e chegará muito próximo a 120 milhões." Sardenberg participou hoje do lançamento, pela Claro, de serviços de terceira geração (3G) da telefonia celular.
Fonte: Agência Estado
Livro no celular é sucesso no Japão
Dos 10 livros mais vendidos no Japão até junho de 2007, cinco foram escritos no celular. A informação, do jornal australiano Sydney Herald, também diz que as novelas de celular chegaram a vender mais de um milhão de exemplares. É o caso da novela Koizora, que mostra uma moça violentada por seqüestradores. Desde o lançamento, foram vendidas 1,2 milhão de cópias do livro. Os japoneses parecem propensos a pagar por conteúdo móvel.
Mais oportunidades para quem desenvolve conteúdo mobile.
Fonte: www.jc.com.br
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Rumores: demissões na Palm Inc.
A maior empresa de computadores de mão do mundo e fabricante do telefone celular Treo, já havia demonstrado no fim do seu último exercício fiscal que a empresa estava tendo algumas perdas. No fim desse ano, a Palm terá seu faturamento entre 345 e 350 milhões de dólares, cerca de 7,9% abaixo do previsto, devido principalmente ao atraso na certificação de um dos seus produtos. (www.telcommunity.com)
Mas o que mais preocupa, é que hoje alguns sites internacionais (como o PalmInfocenter.com) divulgaram rumores de demissões em massa na empresa. A Palm hoje tem mais de 1200 funcionários, porém as informações iniciais dizem que após o processo de desligamento, esse número reduzirá para algumas centenas.
É preciso ficar atento a situação de um dos maiores fornecedores dentro do negócio chamado m-learning. Será apenas uma etapa de reestruturação organizacional, ou uma tentativa desesperada de corte de despesas?
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
E-learning Guild publica relatório sobre m-learning
O E-learning Guild, comunidade online com aproximadamente 27000 profissionais diretamente e indiretamente envolvidos com e-learning, publicou uma pesquisa sobre a experiência com m-learning entre seus membros espalhados por todo o mundo.
- 66% dos mebros estão ao menos pesquisando sobre iniciativas em m-learning, e 9% já possuem uma solução implementada nas suas organizações.
- 44,8% planejam aplicar o m-learning nos próximos 12 meses.
- Olhando específicamente para EUA e Canada, observamos um gap. 24% dos membros de outros paises já projetaram ou implementaram m-learning, enquanto apenas 14% fizeram o mesmo nos EUA e Canadá.
- As principais barreiras para adoção do m-learning listadas foram: o conteúdo já desenvolvido para as mídias tradicionais não funcionam na plataforma móvel, a falta de um padrão para distribuição, e o problema da tela ser muito pequena.
- O iPhone está sendo esperado como uma solução para resolver problemas de compatibilidade e de tamanho da tela. O celular da Apple está carregando a esperança de impulsionar a adoção do m-learning; as atividades desenvolvidas para web irão se adaptar com poucas ou nehuma mudança neste novo dispositivo móvel.
- Membros que implementaram m-learning informaram um aumento de 52% na perfomance do usuário, e um ganho de 83% na acessibilidade do processo de aprendizado.
- Membros que implementaram m-learning e foram aptos para medir o retorno sobre investimento, registraram um ganho de 88% no ROI!
Este último dado é muito importante. A empresa que atua no seguimento de e-learning/m-learning precisa saber justificar o quão vantajoso FINANCEIRAMENTE suas soluções são.
Para saber mais sobre o E-learning Guild, visite:
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Colaboração Móvel: Google Docs Mobile
Por enquanto, a aplicação está oficialmente disponibilizada apenas para o BlackBerry e o iPhone. Porém, a própria empresa afirma que a aplicação web poderá funcionar em outros rich-browsers.
Veja abaixo um screenshot do Google Docs Mobile:
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
No mês de novembro, o Google apresentou para o mundo a mais nova plataforma para dispositivos móveis: Android. Mas como o desenvolvimento de m-learning será afetado pela plataforma do Google?
As aplicações para dispositivos móveis continuarão sendo desenvolvidas na linguagem Java, assim como já eram feitas as aplicações com JavaME. Mas algumas mudanças na maneira de programar podem ser notadas.
Além de algumas diferenças na arquitetura (que foi projetada para favorecer o reuso de componentes), o desenvolvedor terá um maior suporte para criação de interfaces gráficas ricas.
Um bom número de componentes gráficos estão sendo disponibilizados já na versão incial do SDK. A novidade é que o Android dá ao desenvolvedor a possibildade de projetar interfaces de maneira declarativa (através de XML), de maneira semelhante ao HTML. Esta característica poderá aproximar ainda mais designs do processo de desenvolvimento.
Futuramente, o SDK possuirá APIs de baixo nivel para o controle de tecnologias de comunicação como Bluetooth e Wi-Fi. Porém, se você deseja desenvolver uma rede social embarcada para os alunos de uma universidade por exemplo, o Android já oferece uma API para o uso de serviços do XMPP (protocolo desenvolvido pela comunidade Jabber, que permite um vasto desenvolvimento de aplicações colaborativas).
Junto com o lançamento da plataforma, o Google deu um estímulo para o desenvolvimento de aplicações para o Android. Trata-se do Android Developer Challenge, concurso que oferecerá 10 milhões de dolares em prêmios para desenvolvedores que produzirem aplicações dentro das seguintes categorias:
- Social networking
- Media consumption, management, editing, or sharing, e.g., photos
- Productivity and collaboration such as email, IM, calendar, etc.
- Gaming
- News and information
- Rethinking of traditional user interfaces
- Use of mash-up functionality
- Use of location-based services
- Humanitarian benefits
- Applications in service of global economic development
Sucesso para todos os desenvolvedores nessa nova caminhada!
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Handheld Learning 2007
O tema da conferência deste ano foi "learning while mobile", que mostra a preocupação das pesquisas atuais com a mobilidade do aprendiz e não apenas do dispositivo. Esse posicionamento contrasta um pouco com a pura visão tecnocêntrica que permeava alguns estudos no inicio da onda mobile no mundo da educação.
Mobile Learning em Prática
Fato interessante do evento, foi que durante a conferência foi incentivado o uso do Twitter.com. Essa ferramenta web trabalha com o conceito de micro-blogging, onde posts podem ser criados apartir de um dispositivo móvel com acesso a tecnologia SMS.
Dessa forma, a ferramenta colaborou como um espaço para registro do que foi aprendido entre os participantes. Além disso, o blog permitiu novas formas de interação entre os presentes, que também postaram dúvidas e tiveram uma nova oportunidade de acessar o capital social presente no evento.
O conteúdo da conferência está disponível em vários formatos:
Video
http://handheldlearning.blip.tv/
Podcasts
http://tinyurl.com/39fzx4
Slides
http://www.slideshare.net/HandheldLearning/slideshows
Fontes:
Tony Vicent´s review
http://www.handheldlearning.co.uk/content/view/41/2/
Bob Harrison´s review
http://www.handheldlearning.co.uk/content/view/40/2/
Handheldlearning 2007
http://www.handheldlearning2007.com/
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Integração m-learning e web
Muitos podem acreditar que é um trabalho simples avaliar necessidades de um portal educacional para dispositivos móveis. De fato, com os estudos de casos que estão sendo cada vez mais testados está ficando mais comum encontrar algo parecido com o que se quer para sua instituição. Um trabalho de qualidade, no entanto, requer estudos sobre o perfil do portal, da empresa e, principalmente, dos usuários.
Além de estudar conceitos, definições e aplicações práticas de mobile learning na literatura mundial, é básico avaliar diversas formas de integração de plataformas de ensino a distância com dispositivos móveis (celulares e PDAs), de forma a especificar qual a melhor forma de adaptar a arquitetura do ambiente existente para tal. A adequação da EaD ao m-learning tem como objetivo prover serviços específicos adicionais aos usuários de dispositivos móveis, permitindo uma união entre estes sistemas. Neste contexto, foram avaliados os principais resultados encontrados em torno do m-learning desde arquiteturas propostas à casos de estudo reais.
A adaptação em andamento deve apresentar as seguintes características:
- Com o intuito de permitir a união entre o portal e o m-learning, a arquitetura deve permitir que o usuário tenha liberdade para escolher a(s) plataforma(s) que vai utilizar.
- A integração total entre os diversos ambientes é essencial e deve ser feita de forma que o conteúdo acessado seja o mesmo, na medida do possível, independente do dispositivo utilizado. É essencial manter os mesmos padrões lógicos para evitar que o usuário pense que está em outro portal quando acessa de diferentes dispositivos.
- As tecnologias propostas devem ser compatíveis com as utilizadas atualmente (também nas utilizadas pelos usuários), não exigindo grandes mudanças na arquitetura atual, procurando sempre modularização das partes independentes.
- O desenvolvimento de novas funcionalidades do módulo móvel deve ser facilitado de forma a permitir que partes do sistema já criadas sejam facilmente adaptadas a mobilidade.
Para viabilização das diversas funcionalidades do AMADeUs_MM, estudos detalhados foram feitos acerca de cada uma, de forma a especificar quais são passíveis de utilização através de dispositivos móveis de acordo com o novo modelo de arquitetura proposto. Na medida que a parte mais específica da aplicação depende das próprias especificações do AMADeUs_MM, a .reply contou com a colaboração da equipe do AMADeUs.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Aprendendo hábitos saudáveis...
Enquanto muitos advertem para os efeitos negativos que o uso excessivo do celular pode causar (http://www.mobile-weblog.com/50226711/health_risks_and_mobile_phones.php), as empresas envolvidas no ramo da tecnologia móvel estão cada vez mais criando dispositivos e ferramentas que nos tornam ainda mais dependentes destes aparelhos. Os celulares hoje em dia fazem muito mais que simples ligações telefônicas. Podemos, na verdade, enviar mensagens multimídia, acessar internet, registrar contatos, tirar fotos, ouvir músicas, etc.
Mas agora os celulares estão também sendo utilizados para o bem de nossa saúde. Empresas como a MyFoodPhone Nutrition Inc (http://www.myfoodphone.com/) estão criando aplicações que nos permitem aprender como cuidar melhor de nossa saúde, favorecendo hábitos saudáveis. Através desta é possível enviar fotos de seus alimentos para receber feedback de nutricionistas quanto a mesma. Com esta perspectiva podemos ter certeza que estes aparelhos contribuem também para vivermos melhor. As portas estão abertas e aplicações para ajudar pessoas com doenças que precisam de constante ajuda com certeza serão criadas e bem sucedidas. Sem dúvidas, o mobile learning nos permite aprender e entender cada vez mais nossa própria saúde.
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Porque a educação a distância móvel não decola? Seria falta de padrões?
Apesar de algumas tentativas, as propostas a educação mobile ainda estão esperando por uma padronização, dos meios de acesso a informação. Hoje isso tem se tornado mais fácil graças aos aparelhos que possibilitam para qualquer pessoa, navegação na Web, usando todos os recursos disponíveis em um website. Já pensou acessar um ambiente de EaD diretamente do seu celular?
Voltando ao assunto, a educação móvel agora pode encontrar nas novas interfaces móveis um novo mercado. Agora teremos que nos adaptar a essa realidade. Por quê? A diversidade de aparelhos móveis que acessam a web tem tornado o processo de construção desses conteúdos muitas vezes impraticável. A manutenção de múltiplos endereços tem causado redundancia de dados, inconsistencia e principalmente dificuldade de manutenção.
Os trabalhos para uma padronização tem caminhado para uma solução de desenvolvimento de portais capaz de adaptar conteúdos web à maior parte dos dispositivos – desktops, PDAs e telefones celulares - a partir de uma única URL.
Nesse sentido a própria W3C tem recomendado a criação da visão de uma única Web onde:
1. São definidos um conjunto de melhores práticas que quando seguidas por autores e desenvolvedores são capazes de tornar os conteúdos acessíveis para usuários de dispositivos fixos e móveis.
2. Fazer tudo o que for possível para que a mesma informação e serviço sejam disponibilizadas para os usuários independente do dispositivo que ele esteja utilizando.
As regras encontram-se organizadas dentro dos seguintes tópicos:
- Regras para escolha de conteúdo;
- Regras para aproveitamento de espaço;
- Regras para codificação;
- Regras para o design de leiautes;
- Regras para o uso de textos, fontes e cores;
- Regras para o uso de tabelas; e
- Regras para o uso de imagens.
Então mesmo que hoje ainda não seja uma realidade, com a convergência dos aparelhos de comunicação, talvez em pouco tempo, quem trabalhe com educação a distância precise adotar padrões ou se adaptar as novas tecnologias e ambientes.
Fontes: http://www.colaborativo.org/blog/2007/08/15/porque-a-educacao-a-distancia-movel-nao-decolou/
Regras práticas para apresentação de páginas web em dispositivos fixos e móveis. Maria Luisa Lopes de Faria